segunda-feira, 6 de julho de 2009



*para ser breve e libertar os corações de qualquer pai/mãe*
o que nossos pais podiam fazer por nós eles já fizeram.
Eles nos fizeram.
Nascemos.
Com raízes e asas e com a competência exata para o que viemos fazer aqui.
a história de cada um será de acordo com a combinação previa, da alma de cada um, com seu ser interior ou supremo ou deus, como queiram chamar....



O que não podemos dispensar:-

como pai ou mãe. o que não podemos dispensar de jeito nenhum? a maioria das pessoas responderia automaticamente "O AMOR", o que sem dúvida está correto. mais depois teríamos que fazer uma pergunta mais profunda: "De onde vem o amor"?

por si só o vínculo do amor não é suficiente, porque ele se desgasta e as vezes se rompe. todos nos criamos nossos filhos de acordo com o que chamamos de amor; no entanto os jovens tem problemas terríveis.

existe algo de mais profundo que não podemos dispensar:
A INOCÊNCIA.
A inocência é a fonte do amor.
Inocência não como ingenuidade.
Inocência é abertura.
Ela se baseia em um profundo conhecimento espiritual de várias questões críticas.
Inocência é o conhecimento de que você pode guiar os filhos, mas jamais controlá-los.
você precisa estar aberto a pessoa que existe dentro de cada "criança", uma pessoa fadada a ser diferente de você.
Na inocência este fato pode ser aceito de coração tranquilo.
Inocência é o conhecimento de que o amor é mais profundo do que os eventos superficiais.
Na superfície, a jornada da criança é instável e difícil.
todos queremos ensinar aos nossos filhos as lições que tivemos mais dificuldade em aprender; queremos protegê-los contra sofrimentos desnecessário.
Na inocência compreendemos que a superfície da vida é distração que nos afasta da jornada mais profunda que toda pessoa precisa empreender.
Trata-se da jornada da formação da alma.
Podemos ajudar nossos filhos a perceber a importância fundamental da alma deles, mas não somos os responsáveis pela jornada.
esta última é um acordo único realizado entre cada pessoa e seu Eu superior.


INOCÊNCIA É O CONHECIMENTO DE QUE SEU FILHO É SEU MAS AO MESMO TEMPO NÃO É SEU.
(Deepak Chopra)



no desenrolar da vida na terra , numa ordem hierárquica somos colocados em uma ampulheta onde temos sobre nossas cabeças a sobrevivência da espécie humana, depois a sobrevivência e saúde do clã e por último a nossa própria sobrevivência.


ao mesmo tempo que somos o estreitamento da ampulheta somos o inicio de um infinito de possibilidades que se abre diante de nós.
nascemos para solucionar e dar continuidade, na ordem de preferencia da espécie, clã, família...
uma vez nascidos libertamos nossos pais e avós e toda a descendência a partir do momento em que optamos por respirar. Libertamos, porque somos os mais hábeis a solucionar o que se faz urgente para esta história. nos somos os legítimos para estamos aqui, neste momento desta forma, sem tirar nem por.
e se as coisas estão se repetindo é porque ainda não pudemos olhar para elas para que o encanto se desfaça.
se resolvemos estamos libertos ...
os filhos são as soluções e a continuidade que libertam seus pais....com a inocência citado por chopra.
cada um viveu ou vive o que é necessário.
e se transforma num novo homem no instante em que consegue num estado de supraconsciência;
olhar para o antes, e entender os recados e repetições.
estar pesente no presente ...
se permitindo voar, com a liberdade e certeza que só pelo fato de nascermos já libertamos tantos
e que nossos descendentes também nos libertam e nos libertarão só pelo fato de existirem...
e o que podemos deixar como diria chopra :-
raízes e asas....
raizes de todas uma história e asas para novos rumos....
podemos deixar sim asas bem lindas e coloridas....
e raízes firmes suaves e felizes.

shantiiiiiii....

Luciana Brandão

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