
vida pertence àqueles que são criativos porque a vida nada mais é que um longo e eterno processo de criar mais beleza e mais verdade; de criar estados mais elevados de consciência e, finalmente, de criar Deus dentro do nosso ser... Existem pessoas que pensam que podem ser felizes sem serem criativas. É impossível. Porque criatividade é o único modo de relacionarmos com o êxtase da existência..." (Osho)
Nartan, Brasil 2004
"...uma pessoa criativa vem a este mundo e realça a sua beleza... uma canção aqui, uma pintura ali....ele faz o mundo dançar melhor, curtir melhor, amar melhor, meditar melhor. Quando ele deixar este mundo, ele deixará um mundo melhor atrás de si. Talvez ninguém o tenha conhecido, ou talvez alguém o tenha conhecido. Isso não é o importante. Mas ele, ao deixar este mundo, estará tremendamente realizado, pois a sua vida foi de algum valor intrínseco." (Osho)
"A distinção entre a arte subjetiva e a arte objetiva é basicamente baseada na meditação. Qualquer coisa que é criada a partir da mente, permanece arte subjetiva. E tudo aquilo que é criado a partir do silêncio e da meditação é arte objetiva. Esta definição é simples e destruirá a sua confusão, quando você estiver criando algo... Talvez você seja um escultor, um carpinteiro, talvez um pintor, um poeta, um cantor ou um músico... Tudo o que tem que ser lembrado é que está vindo do silêncio dentro de você. Tem uma espontaneidade, não é pré arranjado, pré programado ou pré pensado. Enquanto você estiver criando algo, você continuará se surpreendendo. Você fica nas mãos da existência, as suas mãos não são as suas mãos, elas apenas seguem a vontade da existência. Você não tem que interferir, tem apenas que ser um observador, um observador da sua própria criatividade. 'aquele que faz' passa a ser simplesmente um observador. Os antigos upanishads são um dos melhores exemplos de arte objetiva. São comentários tremendamente significativos, poesia de imensa beleza, e ainda assim, nós não sabemos o nome do poeta ou o nome do
místico. Eles não mencionaram os seus nomes pela simples razão de que eles não eram 'os que faziam', eles eram apenas instrumentos nas mãos da existência. A mente é uma fazedora. Quando você está fazendo algo de acordo com a sua mente, isso será arte subjetiva. Subjetiva no sentido de que você está esvaziando os seus pensamentos na tela, em cores; cantando os seus pensamentos na flauta. Mas isso não pode ser sagrado; a sua mente está tão cheia do trivial, empenhada com coisas absolutamente não essenciais, é um caos... Quando alguma coisa é criada a partir desta loucura, que chamam de mente, isto vai ser refletido... A arte objetiva tem uma mensagem e a arte subjetive tem uma loucura..." (Osho)