domingo, 18 de janeiro de 2009

descobrindo o vazio




A frase do livro bonito dizia:- nos tornemos como as flautas ... vazias por dentro para que o sopro divino "toque" a nossa expressão divina. Assim fluiu a ideia de elaborar um projeto de experiencia de vazio; nestes encontros vamos trabalhar com argila na construção de cumbuca, ou xícaras. criando o espaço a partir de uma bolota de barro. Podemos fazer inimeras leituras dentro do vazio, porque a cumbuca ou xícara uma vez construida, seca e queimada e pintada só irá acumular informações... e os espaços internos cabe a cada um cuidar. Deixando que fiquem cheios, ou vazios, ou nem cheio e nem vazio. Desta forma cada experiencia humana é única, e intransferível... cada qual dentro de suas cumbucas com seus cheios e vazios. E perfeitos nesta expressão, porque assim ficaram seguros até este momento. e só cada a cada Ser elaborar seus espaços. a cada encontro grandes são as transformações e limpezas internas e mudanças externas. pois, muitas vezes um chega com um problema e o outro chega com a solução....e so o fato de estarem juntos naquele momento... a grande alquinia acontece.certo dia um moço me perguntou por telefone como eram as aulas; Respondí a ele que não tinha como informar aquilo e que ele precisaria estar na aula porque se ele estivesse na aula a aula seria uma, se ele não estivesse na aula a aula seria outra. Numa aula cada aluno colabora com seu fogo para que a fogueira exista. depois da construção das cumbucas, iremos para uma pratica de eutonia de contato com os espaços, vazios internos....levando o infinito para dentro de forma consciente!vazio” significa “tudo”. É como uma xícara, uma xícara vazia, mas uma xícara vazia sustenta todo o universo nela.

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