sábado, 22 de outubro de 2011




Escrito por Regina Brett, com apenas 90 anos de idade, assina uma coluna no The Plain Dealer, Cleveland, Ohio.
“Para celebrar o meu envelhecimento, certo dia eu escrevi as 45 lições que a vida me ensinou.
É a coluna mais solicitada que eu já escrevi.”
“Meu hodômetro passou dos 90 em agosto, portanto aqui vai a coluna mais uma vez:
1. A vida não é justa, mas ainda é boa.
2. Quando estiver em dúvida, dê somente o próximo passo, pequeno .
3. A vida é muito curta para desperdiçá-la odiando alguém.
4. Seu trabalho não cuidará de você quando você ficar doente. Seus amigos e familiares cuidarão. Permaneça em contato.
5. Pague mensalmente seus cartões de crédito.
6. Você não tem que ganhar todas as vezes. Concorde em discordar.
7. Chore com alguém. Cura melhor do que chorar sozinho.
8. Pode ficar bravo com Deus. Ele suporta isso.
9. Economize para a aposentadoria começando com seu primeiro salário.
10. Quanto a chocolate, é inútil resistir.
11. Faça as pazes com seu passado, assim ele não atrapalha o presente.
12. É bom deixar suas crianças verem que você chora.
13. Não compare sua vida com a dos outros. Você não tem idéia do que é a jornada deles.
14. Se um relacionamento tiver que ser um segredo, você não deveria entrar nele.
15. Tudo pode mudar num piscar de olhos Mas não se preocupe; Deus nunca pisca.
16. Respire fundo. Isso acalma a mente.
17. Livre-se de qualquer coisa que não seja útil, bonito ou alegre.
18. Qualquer coisa que não o matar o tornará realmente mais forte.
19. Nunca é muito tarde para ter uma infância feliz. Mas a segunda vez é por sua conta e ninguém mais.
20. Quando se trata do que você ama na vida, não aceite um não como resposta.
21. Acenda as velas, use os lençóis bonitos, use roupa chic. Não guarde isto para uma ocasião especial. Hoje é especial.
22. Prepare-se mais do que o necessário, depois siga com o fluxo.
23. Seja excêntrico agora. Não espere pela velhice para vestir roxo.
24. O órgão sexual mais importante é o cérebro.
25. Ninguém mais é responsável pela sua felicidade, somente você..
26. Enquadre todos os assim chamados “desastres” com estas palavras ‘Em cinco anos, isto importará?’
27. Sempre escolha a vida.
28. Perdoe tudo de todo mundo.
29. O que outras pessoas pensam de você não é da sua conta.
30. O tempo cura quase tudo. Dê tempo ao tempo..
31. Não importa quão boa ou ruim é uma situação, ela mudará.
32. Não se leve muito a sério. Ninguém faz isso.
33. Acredite em milagres.
34. Deus ama você porque ele é Deus, não por causa de qualquer coisa que você fez ou não fez.
35. Não faça auditoria na vida. Destaque-se e aproveite-a ao máximo agora.
36. Envelhecer ganha da alternativa — morrer jovem.
37. Suas crianças têm apenas uma infância.
]38. Tudo que verdadeiramente importa no final é que você amou.
39. Saia de casa todos os dias. Os milagres estão esperando em todos os lugares.
40. Se todos nós colocássemos nossos problemas em uma pilha e víssemos todos os outros como eles são, nós pegaríamos nossos mesmos problemas de volta.
41. A inveja é uma perda de tempo. Você já tem tudo o que precisa.
42. O melhor ainda está por vir.
43. Não importa como você se sente, levante-se, vista-se bem e apareça.
44. Produza!
45. A vida não está amarrada com um laço, mas ainda é um presente.”

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

terça-feira, 20 de setembro de 2011

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

quarta-feira, 14 de setembro de 2011


" Quem não tem namorado é alguém que tirou férias não remuneradas de si mesmo. Namorado é a mais difícil das conquistas. Difícil porque namorado de verdade é muito raro. Necessita de adivinhação, de pele, saliva, lágrima, nuvem, quindim, brisa ou filosofia. "

Carlos Drummond de Andrade

terça-feira, 23 de agosto de 2011


Os dez mandamentos do mochilão (pela revista Viagem) Apr 8, '10 10:38 AM
for everyone

Na década de 1960, os hippies decidiram fazer grandes viagens em busca de conhecimento, equilíbrio e enriquecimento espiritual. Muitos deixavam a Europa Ocidental ou os Estados Unidos em direção ao Oriente. Com pouco dinheiro na carteira, a regra era simples: encolher os gastos para esticar a viagem. A busca espiritual coletiva pode não ter melhorado o planeta, mas levou, indiretamente, à fundação de uma das religiões mais bem-sucedidas de todos os tempos: a mochilagem.


Mochilar é, para muitos, a única maneira viável de conhecer o mundo. Para outros, é um estilo de vida, a possibilidade de vivenciar uma experiência única em que destino, tempo de viagem e dia de retorno são tão incertos quanto o próprio porvir. É verdade que esse modelo romântico, inspirado em Che Guevara em seu giro de moto pela América do Sul (a "Poderosa" acabou durando bem menos que a viagem), não se aplica a todos os mochileiros. Há aqueles que viajam contra o relógio, no curto intervalo das férias da faculdade ou do trabalho. Alguns se permitem levar coisas como laptop, celular ou MP3 player. Numa pesquisa realizada com 200 mochileiros estrangeiros em férias no Rio em novembro passado, viu-se que 68% deles viajam sozinhos, 75% ficam em albergues (20% em hospedagem domiciliar) e 55% gastam no máximo 40 dólares por dia. Nove entre dez mochileiros organizam a viagem por si próprios. Mais revelador: 40% deles apontaram a população carioca como o melhor do Rio - a natureza mesmerizante da cidade ficou com apenas 20%. Quer mochilar? Então comece conhecendo estes dez mandamentos da mochilagem.

1. Não terás destino certo
O caminho é tão ou mais importante que o destino. A máxima, digna de qualquer manual rasteiro de filosofia oriental, tornou-se um lema do mochileiro. Sim, é importante ter uma idéia, pálida que seja, do que vem pela frente, mas a preocupação com o próximo local a ser visitado deve vir no momento certo: na hora de ir a esse local. E qual é ele? Siga a dica de viajantes que encontrar pelo caminho, converse com locais. Arrisque-se. Isso é mais interessante que seguir a bandeirinha de uma agência de turismo em meio à multidão.

2. Ficarás o tempo necessário no lugar
E, para sabê-lo, a regra é simples: se gostar, fique mais um pouco; do contrário, vá embora. O importante é experimentar o cotidiano dos cidadãos e extrair o máximo que o local tem a oferecer. Muitos mochileiros acabam descobrindo em destinos não programados nova razão de vida, nova profissão, novo amor. Às vezes, em aparente paradoxo, se enraízam.

3. Não terás muito conforto
Toda religião exige certo sacrifício. Na mochilagem, a fé é colocada à prova em lugares como dormitórios para 20 pessoas - uma delas irá roncar alto o suficiente para ser detectado em sismógrafos - ou banheiros com filas no limite da civilidade. Muitos albergues se esforçam para amenizar a situação com serviços dignos de hotel, como café- da-manhã completo e traslado até o aeroporto, mas mesmo assim continuam sendo albergues

4. Não andarás na moda
Chegar a Paris com um pulôver da Christian Dior da cor da estação definitivamente não faz parte do espírito mochileiro. Jeans, camiseta e um confortável par de tênis formam o figurino essencial. Mas o principal é que a roupa resista à duríssima jornada. De novo, nada contra as grifes: o problema é que as roupas envelhecem mais rápido em uma viagem. Você não vai querer ver seu precioso pulôver voltar pronto para ser o próximo pano de chão, vai?

5. Não tomarás táxis
Mochileiro usa transporte público. Sim, certas vezes é mais seguro e conveniente pegar um táxi - voltando de uma festa de madrugada etc. Mas, se não há pressa ou riscos envolvidos, por que não aproveitar uma experiência mais autêntica de viagem e dividir espaço com pessoas desconhecidas? É uma boa oportunidade de colocar em prática sua engenharia social.

6. Terás opinião forte
De que adianta vivenciar experiências novas e não propagá-las enfaticamente depois? Gostou de um lugar, divulgue. Se passou por problemas em algum albergue, critique. Sua opinião soma-se ao conhecimento coletivo dos mochileiros via fóruns na internet ou boca a boca, permitindo que os próximos viajantes possam escapar de grandes furadas ou conhecer lugares pouco divulgados. Você tem parte nisso.

7. Não terás medo de idiomas
Caracteres cirílicos, ideogramas orientais ou até mesmo o incompreensível sotaque dos portugueses. Não é isso que irá limitar seu contato com culturas distintas. O medo e a dificuldade são naturais, mas o espírito de aventura e a vontade de conhecimento de um mochileiro sempre vão falar mais alto. Um bom guia de conversação é mais que suficiente para ajudar em situações cotidianas, e não há nada que mímica e boa vontade não resolvam. Nessas horas, deixe o superego em casa. A timidez, além de não permitir alcançar seu objetivo imediato, vai, no limite, privá-lo de uma boa história para contar na volta.

8. Não te acomodarás jamais
Qual é a graça de estar num destino e não aproveitá-lo? O mochileiro vive cada minuto de sua viagem como se fosse o último. Cada destino é uma conquista. Mas, cuidado: respeite seus limites físicos. Ultrapassá-los vai exigir parada forçada mais tarde. Dormir é imperativo.

9. Farás muitos amigos
Um dos efeitos mais divertidos - e enriquecedores - da mochilagem é o conhecimento de gente nova. Sejam os companheiros de quarto do albergue, sejam os parceiros de bote no rafting, sejam os amigos de caneca no bar. Você toma café-da-manhã com um finlandês, almoça com uma alemã, passeia com um grupo de chilenos à tarde e termina a noite com um grupo animado de israelenses em alguma boate. Por essa facilidade de fazer amigos, muitos mochileiros optam por viajar sozinhos.

10. Não levarás o decálogo tão a sério
Um mochileiro de verdade sabe que nada deve ser levado tão a sério, inclusive mandamentos impressos em revistas de boa circulação nacional. O caminho, que é, sim, pessoal e intransferível, encontra-o cada um. E da parte da mochilagem, essa religião tolerante, o perdão é universal a quem voltar de uma festa de táxi, se hospedar uma noite em hotel confortável ou até mesmo, veja só, for a restaurante japonês. Sim, você está no seu direito. Só não vá abusar.

Coisas para ter sempre na mochila:

Canivete Muito útil quando se descobre que albergues não têm abridores de lata e facas como temos em nossas casas.

Saquinhos Ziplock São feitos para alimentos, mas, se nunca tentou usá-los para separar as roupas, tente. Eles ajudam a ganhar espaço. Vai mudar a forma como você prepara sua mochila.

Fita adesiva Mochila rasgada, tênis furado, óculos quebrados? Um rolinho na mochila não ocupa muito espaço e pode salvá-lo de apuros.

Lanterna pequena Para ler no quarto nos momentos de insônia sem acordar todo mundo.

Desodorizador Pequenas bolinhas que removem odores desagradáveis no interior da mochila e deixam as roupas com cheirinho de limpeza (cheirinho, eu disse).

Publicado por Rafael Borges em dezembro de 2008.

http://viajeaqui.abril.com.br/vt/materias/vt_materia_411283.shtml?page=1

PS: Na minha visão particular... o ziplok são ótimos, mas só tem um porém... são barulhentos demais. Visualize comigo a situação que passei. No albergue estavam todos dormindo e eu querendo pegar uma peça de roupa que estava no fundo da mochila... rsrsrsrs... não teve como não acordar uma parte do povo que estava dormindo.

Acho sim que é valido para separar as roupas sujas das limpas, mas também poderá usar um daqueles organizadores de roupa que tem à venda em várias lojas, talvez gaste um pouco mais, porém usará pro resto da vida.

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Os gregos tinham duas palavras para o tempo: khronos e kairós. Khronos refere-se ao tempo cronológico, o tempo que se mede, é o “tempo dos homens”. Kairós é um momento indeterminado no tempo em que algo especial acontece, a experiência do momento oportuno, ou o "tempo de Deus".