quinta-feira, 11 de novembro de 2010



"Em persa, existem quatro níveis de amizade cada um relacionado a um grau de proximidade e intimidade: Aashenaa (conhecer alguém casualmente), Doost (amigo íntimo), Rafeegh (seu melhor amigo) e Yaar (seu amante inseparável). No entanto, estes níveis são independentes do tipo de conexão física que você tem com alguém. Estes graus de proximidade explicar a sua conexão de alma profunda com outro ser, o seu cônjuge, portanto, só pode ser o seu Aashenaa, ou você pode ter um relacionamento platônico com uma perfeita Yaar. Alguns místicos medida de sua intimidade com Deus e com o Amado usando estes níveis. Para Rumi, o Amado e Shams eram um, e ambos (como um) eram seus Yaar. Isso poderia explicar porque os versos de Rumi estão sendo apelidado de "poemas de amor." Devem ser qualquer coisa menos? "

Introdução de Shahram Shiva

porque os dervixes não ficam tontos

Dervixe significa passagem


Porque, ao executar o ritual sagrado, eles entram em uma espécie de transe devocional, que faz com que possam girar por horas seguidas sem perder o equilíbrio. Mas, para conseguir executar com perfeição o movimento, são necessários anos de treino. “Nós freqüentamos cursos específicos por muitos anos para conseguirmos a perfeição do giro”, afirma o dervixe turco Nurettin Bayral. Os rodopios acontecem, em geral, no sentido horário. “Para manter o equilíbrio, o dervixe deve focar seu eixo físico, que nesse caso se localiza em sua perna e seu pé esquerdos, girando 360 graus a cada passo”, afirma Kabir Helminski, um dos maiores estudiosos da tradição dervixe. “Essa dança é uma cerimônia de adoração, uma meditação em movimento”, diz ele. Durante o contínuo rodopio, conhecido como Dança do Sema, os dervixes ficam de braços abertos, com a palma da mão direita voltada para cima e a da esquerda para baixo. Eles acreditam que durante a dança a energia cósmica entra por uma mão e sai pela outra, em direção à terra. Também chamados de sufis, os dervixes fazem parte da irmandade islâmica Mevlevi, criada na primeira metade do século 13 pelo filósofo e poeta místico Jelaluddin Mevlana Rumi, na cidade turca de Konya.

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

lolitas e amoras




São Gonçalo é um santo português com culto permitido pelo papa Júlio III em 24 de abril de 1551. Nascido em Tagilde no ano de 1187, estudou rudimentos com um devoto sacerdote. Depois, freqüentou a escola arqui-episcopal em Braga. Após ordenado sacerdote, foi nomeado pároco de São Paio de Vizela. foi a Roma e Jerusalém.
No regresso, São Gonçalo passou por um período de busca interior e encontrou na experiência popular a maneira de converter pecadores. Para converter as prostitutas, ele se vestia de mulher, tocava viola e dançava alegremente, apesar de pregos no sapato, o que feria seus pés. O santo zelava pela virtuosidade das mulheres; organizava, para elas, danças nos dias de sábado até se cansarem. Ele entendia que as mulheres que participassem dessas danças aos sábados não cairiam em tentação no domingo. Quando vigário de São Paio de Vizela, fez vários casamentos de mulheres que perderam a virgindade.

Pregou e operou supostos milagres por todo o norte de Portugal. Sobre o rio Tâmega construiu uma ponte. São Gonçalo morreu no dia 10 de janeiro de 1259 em Amarante, no Douro, à margem direita do rio Tâmega, em Portugal. Após sua morte, passou a ser protetor dos violeiros, remédio contra as enchentes, além de casamenteiro. Diz a lenda que a mulher que tocar com alguma parte do corpo o túmulo do santo, em Portugal, terá casamento garantido dentro de, no máximo, um ano.

A dança inventada por ele continuou sendo realizada por diversos grupos que além de festejar o santo, pagam promessas feitas a ele. A devoção ao santo no povoado Mussuca, na cidade de Laranjeiras, Sergipe, é feita de maneira alegre, ao som de duas violas; dois cavaquinhos; uma caixa (tocada pelo patrão do grupo, Sr. Sales, 59 anos e 20 de São Gonçalo) e dois pulés (instrumento musical feito de bambu). Além dos tocadores, participam os dançadores (em número de oito em pagamento de promessa, podendo aumentar, dependendo da ocasião) e a mariposa, mulher que segura a imagem do santo em um barco, visto que na Mussuca, acredita-se que o santo tenha sido marinheiro em virtude da vinculação de sua vida ao mar ou a rio Tâmega.

alimento para a Alma




Ellie: custa caro manter uma alma; muito mais caro que um carro.

Shotover: É mesmo? quanto sua alma gasta com comida?

Ellie: Ah, um monte. come música, quadros, livros, montanhas, lagos, coisas bonitas para vestir e gente interessante para fazer companhia.

(o ativista quantico)

terça-feira, 21 de setembro de 2010

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

ativismo Quantico.... AMORAS




1.compreender a natureza quantica da criatividade e o processo criativo a ponto de praticar a criatividade com consciencia, e nao cegamente.


2. passar a usar a criatividade em todas as áreas de sua vida, e nao apenas em áreas selecionadas.


3. passar da dedicação exclusiva a criatividade exterior (a criatividade que almeja um produto que todos podem ver e admirar) e praticar tanto a criatividade exterior como a interior (a criatividade na busca da transformação do ser).


4. passar de uma vida desequilibrada e etérea de criatividade fundamental a uma vida integrada e equilibrada com a criatividade situacional e mundana, e até com áreas da vida habitualmente condicionadas. Em outras palavras, trabalhar no equilibrio de suas propensões de sattva, rajas e tamas e buscar transcendê-las.


5. focalizar sua criatividade segundo seu dharma, sua agenda de aprendizado especifica para esta vida.


6. mudar sua motivação: passar da dedicação a criatividade pessoal para uma criatividade tanto pessoal como voltada para o moviemtno evolucionario da consciencia planetaria.......